Câmera subjetiva
Se não sabia, fique sabendo, pois o cinema 3D promete usar e abusar desse recurso. O filme do momento, Avatar de James Cameron, já deu uma amostra do seu potencial nessa nova era do cinema. Mas em minha modesta opinião não há tecnologia tridimensional que chegue ao pés da obra prima de Julian Schnabel, O Escafandro e a Borboleta, quando se fala de câmera subjetiva. Se ainda não viu, veja para entender como o diretor consegue fazer você sentir o desespero do protagonista preso em seu corpo inutilizado onde seu único contato com o mundo são os olhos.
Para finalizar esse post, nada melhor que exemplificar. O vídeo abaixo, dirigido por Saman Keshavarz, usa o recurso em questão com extrema perspicácia, além de um roteiro bacana e uma excelente montagem com muito ritmo sem te deixar perdido.
A dica é do colaborar Renato Cabral.
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Bacana esse clipe!
É uma versão lounge de smack my bitch up.
rsrsrs
Só assim p/ um grupo de minimal ser percebido.
Muito bom mesmo, já estou procurando o filme pra assistir.
Curti pacas.
“O Escafandro e a Borboleta” é muito bom. Pode ver que você irá gostar.
Bacana. Tem outro vídeo que é muito bom com essa mesma linguagem que é uma campanha da Nike que se chama Take it to the Next level http://www.youtube.com/watch?v=tsizQdNKhGg
Chupada ou mera coincidencia: http://aiaprodutora.com.br/saga/
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