Classificação de fontes é um assunto complicado. Fiz uma pesquisa e encontrei vários autores, cada um classificando de forma diferente. Por isso vou mostrar aqui a classificação básica e mais comum.
Caso goste do assunto, faça sua pesquisa para encontrar classificações mais completas. O que trago aqui já é suficiente para o início da conversa.
O conteúdo desse post foi retirado do Digital Paper, e eu fiz alguns complementos para enriquecê-lo.
Classificaçao
Na tipografia, as fontes tipográficas (ou apenas fontes) são classificadas em 5 grupos básicos: as com serifas, as sem serifas, as cursivas e as fontes dingbats.

Ainda temos as fontes Decorativas, que são mais espalhafatosas que são excelentes para criar uma identidade única.
Anatomia
Anatomia é a terminologia usada para designar as partes da letra e também as relações das letras entre si.
Toda e qualquer fonte tipográfica é composto por elementos distintos, tais como:
- Linha de Base (baseline)
- Linha Central (meanline ou midline)
- Ascendente (ascender)
- Descendente (descender)
- Letra Caixa Alta (upper-case)
- Letra Caixa-baixa (lower-case)
- Altura de x (x-height)
- Cabeça ou Ápice (apex)
- Serifa (serif)
- Barriga ou Pança (bowl)
- Haste ou Fuste (stem)
- Montante ou Trave (diagonal stroke)
- Base ou Pé (foot)
- Barra (bar)
- Bojo (counter)
- Etc

O arranjo de tipos é a seleção de fonte, altura da letra (point size), largura da linha, espaçamento entre-linha (leading) e espaçamento entre-letras (kerning). Isto tudo visa melhorar a legibilidade do texto a ser escrito, facilitando o entendimento dele além de providenciar um conforto aos olhos de quem lê.
Não confunda leiturabilidade com legibilidade: Leiturabilidade é relacionada a língua em que o texto é escrito ou entendido – diz respeito a dificuldade da língua em si, e não sua aparência.
A seguir um vídeo em inglês e outro em espanhol para ajudar no entendimento.






