A desculpa perfeita pra quem quer chegar chegando e não sabe como.
É da Ogilvy Argentina e eu vi no La Bombonera.
A desculpa perfeita pra quem quer chegar chegando e não sabe como.
É da Ogilvy Argentina e eu vi no La Bombonera.

Uma grande oportunidade para os estudantes que visitam o BDG! É hora de colocar um pouco de prática nessa vida estudantil. Essa super iniciativa é da Asterisco Produções, que propõe um novo modelo de competição entre estudantes.
Estudantes de comunicação, propaganda, marketing e design de todo o Brasil terão a oportunidade de participar do mais novo processo de aprendizagem do país e, dessa maneira, ver facilitada a sua entrada no mercado de trabalho.
O projeto, batizado de 720h, é uma forma de aprendizagem na qual os participantes receberão, de profissionais de renome no mercado, videoaulas com dicas de como proceder para produzir um bom anúncio e poderão sentir na prática como funcionam as etapas de criação de uma peça publicitária.
Os participantes passarão por todas as fases da produção de uma peça publicitária, desde a elaboração de um conceito, passando pelo layout, até chegar à produção e finalização. O objetivo é permitir que esses jovens tenham a possibilidade, por mérito próprio, de aprender, na prática, as diversas formas de fazer comunicação, interagindo com professores, colegas, profissionais do mercado, trocando ideias e experiências. As etapas iniciais serão eliminatórias, e, na última etapa e a única classificatória, serão conhecidos os mais bem colocados, que ganharão um estágio de, pelo menos, 30 dias nas agências “madrinhas” do projeto, em janeiro de 2011. Àquele com melhor aproveitamento, será concedida uma ajuda de custo para transporte, alimentação e hospedagem por um período de 720 horas.
Post especial por Pedro Drable.
Eu me sinto frustrado comigo mesmo. Não com as escolhas que eu fiz, ou com a faculdade que cursei, mas com o quanto eu sou bom de verdade nas coisas que faço ou sonho em fazer, como criação publicitária, música, literatura, game design, programação e outros. Sim, eu quero ser muitas coisas. E acabo não sendo quase nenhuma.
Mas a verdade é que, se você tem mais ou menos a minha idade (vinte e poucos anos), é bem provável que também se sinta assim. Por quê?
Bom, parte disso é culpa dos seus pais. Somos a conhecida Geração Y (já citada no meu post anterior), que cresceu em um ambiente de superproteção, onde as necessidades e desejos das crianças eram priorizados em detrimento de uma hierarquia familiar rígida, que criou nossos pais e avós. Esse ambiente nos ensinou desde cedo que nossas vontades são soberanas e nossas capacidades são infinitas. Além disso, somos a primeira geração a nascer quase que automaticamente integrada às “novas” formas de comunicação, como televisão, celulares e nossa querida internet. Resultado: temos muita auto-estima e uma capacidade absurda para executar múltiplas funções. Pra virar o caos, é só somar a parte que seus pais não têm (quase) nenhuma influência: excesso de informação.
Não sei a fonte da expressão, mas o fato é que vivemos na Era da Superinformação. Isso quer dizer que temos uma infinidade de conteúdo informacional disponível. Um volume de tamanho tão grande e avassalador que finalmente nos deixa sem saber nada. No entanto, fomos programados para mergulhar nessa massa de informação e agarrar aquilo que queremos, o que acaba não saindo como planejado. Para dar um exemplo, no meu caso isso se traduz em tocar bateria, guitarra e ukulele (terrivelmente mal) e fazer cursos de italiano, francês e japones (seis meses cada, todos devidamente esquecidos). Isso sem contar a centena de blogs e sites que acompanho diariamente. Apesar da nossa suposta “vontade de aprender e crescer” ser infinita, nossa capacidade de absorver multiplos conteúdos não é. E hoje, o que mais existe no mundo é informação brigando pela sua atenção.
Informação demais. Aí está a origem daquele sentimento que tira o seu (ou o meu) sono de noite, fazendo você se perguntar por que ainda não faz as coisas que sabe que poderia fazer. Quando vai começar a ler aquele livro. Por que ainda não baixou aquele filme. Como vai terminar aquele texto.
A grande verdade é que eu não sei como vou terminar esse texto. Que dirá como vou dar conta de fazer tudo que eu quero fazer. Mas o melhor a fazer agora é (tentar) dormir. Afinal, eu não sou um robô. Ainda.
Pra ver mais textos do Pedro é só clicar aqui.
(Pronto, Pedrable. Agora não falta mais pedaço no post.)
Sim, eu sei. Se não bastasse ser publicitário, você está desempregado. Algumas coisas podem sempre ser piores. Se você é estagiário, não conta, porque você não é nada. É nessas horas que você gostaria de ter nascido mulher e liberal, não é? Porque há sempre trabalho para meninas assim quando a coisa não vai bem.
Daí você ainda precisa acordar cedo para não ficar com aquela sensação de culpa, estar atento aos anúncios de vagas nos blogs de gente mais ferrada que você, atualizar seu portfólio em uma lan house tomada por viciados em Counter Strike e… calma, não pule. Há uma esperança.
Mas que fique claro: tudo isso é um problema seu. Alguém que escolheu publicidade não merece um destino digno. Mesmo diante desse pesadelo, ainda é possível aprender um método novo para aplacar o estresse que a situação causa. A Yoga para Publicitários Desempregados não oferece milagres, mas com um pouco de disciplina, criatividade e sorte (tudo que a publicidade nunca lhe dará), talvez você até se esqueça do carnê atrasado da sua Titan.
Mudrá ou gestos reflexológicos
Coloque as mãos bem relaxadas sobre o mouse. Tente alcançar o Ler mais
Olha o que fizeram pra divulgar o filme The last Exorcism, que estreia dia 15 de setembro.
Vi no Marketing Alternatif.
Volta e meia se discute a criação para internet e o porque do Brasil não deslanchar em cyber. Cada um tem uma teoria. Mas o que é ideal? A resposta não existe. O post aqui é pra dar um super exemplo de que a criação de conteúdo é uma saída interessante para criar vínculo entre o internauta e a marca.
Estou falando do programa ‘Desempacotando’, criado para o site de reservas Hoteis.com. A ideia é convencer turistas a viajar por conta própria, evitando os pacotes prontos. Toda atração é capitaneada pelo turista profissional Ricardo Freire, que vai até o lugar e mostra as frias para turistas, pontos interessantes e locais de compras de forma leve e divertida.
Pra quem está programando as férias, o programa é excelente e o site, melhor ainda. Lá você consegue encontrar diárias em hotéis mais em conta que em albergues. Fiquei de cara ao ver que gasto mais me hospedando em São Paulo do que em Nova York. Por impensáveis 45 reais você tem um quarto em Manhattan. Fala que não é totalmente excelente?
Abaixo os episódios da 1ª temporada em NY, no site deles tem a segunda temporada: Rio de Janeiro.
Depois de um tempoinho sem ver nenhum anúncio de textão por aí, me deparei com este no CCSP. É daquela série de histórias do Emiliano que você já viu aqui. Mas olha que caprichado:
São da JWT.