Arquivos da Categoria 'Planejamento'

Goolge Trends.

quinta-feira, 24 de maio de 2007 por Renato Bontempo

Google Trands

Acho que todos já sabem que eu sou “puxa saco” do Google e sempre contribuo para a dominação do mundo. Como não poderia deixar de ser o Google está com mais uma novidade: O Goolge Trands que informa os 100 tópicos mais quentes pesquisados pelos usuários no dia.

É lógico que essa lista é editada para não mostrar pornografia. Fica de fora também: buscas sobre o tempo e celebridades ou sites de grande visibilidade.

Esse novo serviço do Google mostra os atuais assuntos relevantes que podem ajudar jornalistas, blogueiros e publicitários à adequarem seus conteúdos aos interesses dos usuários da internet.

Veja aqui: http://www.google.com/trends

Echo Boomers ou Geração Y.

domingo, 22 de abril de 2007 por Renato Bontempo

Geraçao Y

Falei em um post anterior sobre o Rafinha, o estereotipo do novo consumidor que está totalmente ligando às novas tecnologias. E para complementar esse assunto trago uma matéria que explora mais essa geração, chamada de “Echo Boomers” ou Geração Y.

A matéria fala da dificuldade dos marqueteiros ao usarem as ferramentas tradicionais para seduzir essa geração. Quanto mais você entender sobre esse novo consumidor melhor para você. Clique aqui para ler a matéria (arquivo .PDF).

O Princípio Seinfeld na Propaganda.

sábado, 31 de março de 2007 por Renato Bontempo

Seinfeld

É sempre bom ver o que os publicitários gringos estão falando sobre comunicação. Steve McKee é o presidente da McKee Wallwork Cleveland Advertising e publicou um artigo muito interessante sobre os benefícios de uma comunicação planejada e mantida a logo prazo.

Steve compara a propaganda com o famosa série americana Seinfeld. Esse sitcom foi desacreditado no inicio, mas com suas inovações e sua nova forma de humor tornou-se uma das séries de maior sucesso de todos os tempos da tv americana. Ou seja, o sucesso de uma comunicação consistente é lento e gradual. Clientes que trocam de agência como trocam de roupa dificilmente conseguem atingir o ponto onde o conhecimento do produto se equivale a confiança na marca.

Clique aqui pra ler o artigo O PRINCÍPIO SEINFELD NA PROPAGANDA (já traduzido em PDF).

Mind the gap. Histórias e negócios de outro mundo.

sábado, 3 de março de 2007 por Colaboradores

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Post especial por ADRIANO GOMIDES
Especialista em Gestão de marca e estratégias de marketing pela London School of Economics e responsável pelo Desenvolvimento Estratégico na Fórmula P.

O que uma Kiwi me ensinou sobre vender bolhas.
(E a cobrar R$ 88 bi por elas)

Mind the gap. Basta pisar em qualquer estação do metrô de Londres para descobrir o significado dessa expressão. Está em todas as paredes, dentro dos vagões e é repetida nos alto-falantes em cada parada. É o jeito dos ingleses pedirem atenção aos vãos que separam os trens das plataformas.

Para os imigrantes, os gaps estão em todo lugar e são maiores que os do metrô. São as diferenças culturais, os hábitos extravagantes e uma realidade socioeconômica incomparável com a nossa. Daí, o buraco se agiganta. Fica do tamanho do Atlântico e profundo como 1500 anos de história. E é preciso ter essas referências sempre em mente para entender o que nos separa.

Por isso, nessa coluna peço que você leitor tenha também essa perspectiva, porque pretendo tratar preferencialmente de histórias e negócios que acompanhei, ou estudei, durante o tempo em que cursei Gestão de Marca e Estratégias de Marketing na London School of Economics. Agora, com um ponto de vista ao sul do Equador. (more…)

“Brand Equity” não é nenhum novo astro de Lost.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007 por Colaboradores

Post brand equity

Post especial por CARLOS ANDRADE

Não é de comer nem de passar no cabelo, mas a “equidade de marca” abre os olhos de muitos empresários. Experimente!

Há algum tempo atrás, não mais que uns 50 anos, a marca era apenas como mais um dos itens para se chegar ao valor final da empresa. Uma empresa, quando muito, tinha sua marca incluída como um ativo no balanço. Mas o modelo mudou, fundamentalmente devido à explosão da livre concorrência, e consequentemente, do mercado global.

E foi na evolução de todo este contexto que a Equidade de Marca (“vulgo” Brand Equity) se desenvolveu, aprendendo com os tropeços e acertos das empresas.

As empresas que sempre realizaram ações e focaram suas mensagens sistematicamente nos desejos dos consumidores se deram bem (até hoje, isso é muito difícil de entrar na cabeça de alguns empresários). Hoje o patrimônio líquido de muitas empresas não chega a valer um terço de sua marca.

Papai ilustre: O Capitalismo.

O Brand Equity não nasceu de grandes departamentos de marketing, e sim da necessidade do mercado de capitais ter “mais garantias”, uma vez que o patrimônio físico da empresa não garantia mais sua competitividade mercadológica e muito menos sua rentabilidade.
(more…)


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