Archive for the ‘Marketing’ Category

  • Terror interativo no cinema

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    Nunca achei que falaria isso, mas: - PELO AMOR DE DEUS, ME DESCOLA UM CONVITE PRESSE NEGÓCIO! Nunca quis tanto participar de uma ação. Dá só uma olhada em como conseguiram colocar a platéia dentro do filme de terror. É uma parada meio ‘Você Decide’ sem o Tony Ramos e um bocado mais interativo. Sensacional!

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    Quem me mostrou isso foi o Thiago Schmidt e quem mostrou pra ele foi o Sérgio Valente.

  • Patrocínio de Técnico

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    O Palmeiras descobriu um jeito inédito de faturar: lança nos próximos dias o patrocínio de treinador. Por 840 000 reais por ano, a Unimed terá o direito de estampar sua marca no uniforme de Muricy Ramalho. Chegou-se à conclusão de que, dada a quantidade de vezes que um técnico aparece dando entrevista ou é filmado durante os jogos e treinos, se estava deixando de ganhar dinheiro com um fabuloso outdoor ambulante.

    Direto da Revista Veja.

  • O Poder da Imagem – BBC

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    Mais uma dica do nosso colaborador extra-oficial Renato Cabral (aquele que comanda O Ruminante e também o Twitter mai louco que eu sigo). Dessa vez ele mandou uma super dica: Uma série da BBC que mistura História da Arte, Publicidade e Marketing Político.

    Já vou avisando, se você está no trabalho ou sem tempo, não continue! Além desse programa ser um pouco extenso, esse é tipo de conteúdo que precisa ser absorvido com calma. Então salve nos seus favoritos e veja depois.

    Entenda com a Arte influenciava as massas, como a Publicidade se apropriou da Arte e finalmente como os políticos de hoje usam a Publicidade. Toda uma evolução vinda dos primórdios da nossa civilização, sustentada até hoje pelo poder da imagem.

    Os artifícios visuais usados por Tony Blair e George Bush para se elegerem e manterem o poder não são criações do mundo moderno, mas de um mundo há milhares de anos atrás. Como a Arte Fez o Mundo volta no tempo até a criação de Stonehenge e ao reino de Alexandre O Grande para revelar como o imaginário se tornou uma arma indispensável no arsenal de todo líder político.

    Veja abaixo o programa em 6 partes:

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  • Patrocínio sem expor a marca. Estratégia ou loucura?

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    Eu gosto muito de marketing esportivo e suas várias possibilidades de resultado para todos os envolvidos. É uma pena aqui no Brasil as empresas não saberem aproveitar essa oportunidade e principalmente, é uma tristeza nossos clubes ainda viverem na idade da pedra quando se fala em marketing.

    Aqui ainda temos o problema do perfil do torcedor. Na Europa temos times com 7 milhões de consumidores, não são apenas torcedores, são público alvo dos vários produtos oferecidos pelo clube e por isso geram receita. Aqui no Brasil temos times com mais de 20 milhões de torcedores que vão na geral, comem fora do estádio e não se importam em usar uma camisa falsificada. Muitos torcedores, pouquíssimos consumidores.

    Mas nem tudo são trevas no mundo do esporte, a evolução está acontecendo e às vezes aparecem coisas inusitadas bem perto da nossa realidade, como é o caso do Racing da Argentina. O novo patrocinador não fará exposição de sua marca na camisa do time. Loucura ou marketing esportivo da melhor qualidade?

    Leia o texto abaixo copiado na íntegra do site maquinadoesporte e entenda essa novidade.

    Novo patrocínio “limpa” camisa do Racing
    POR GUILHERME COSTA

    Lançada oficialmente na última quinta-feira, a nova camisa do Racing, da Argentina, tem uma grande novidade. O clube vendeu a cota máster de patrocínio para o Banco Hipotecario Nacional, oriundo do mesmo país. E a empresa, que não revelou o valor investido para comprar espaço no uniforme da equipe, optou por não expor sua marca.

    A justificativa da instituição financeira será uma das bases da comunicação do novo patrocínio. “Nós devolvemos a camisa à torcida” é o slogan que o banco vai trabalhar nas ações relacionadas ao Racing.

    Mais do que a discussão sobre o banco comprar um espaço e não usá-lo, porém, a medida aquece um debate sobre os limites de uma cota máster de patrocínio. Será que a exposição na mídia é a única forma que as empresas encontram para obter retorno de um investimento desse porte? A despeito de o mercado brasileiro ainda ter a veiculação da marca como carro-chefe dos contratos e das negociações, o Racing serve como exemplo de que outros caminhos são possíveis.

    “Arrisco dizer que tirar a marca da camisa é uma jogada pensada de marketing. Seguramente, virá toda uma campanha depois para reforçar essa posição. A visibilidade ainda é essencial, mas existem formas e formas de obter essa visibilidade”, explicou Rafael Plastina, diretor de marketing da Informídia Pesquisas Esportivas, empresa especializada em levantamentos sobre exposição de marca no esporte.

    A história sobre o início da negociação entre o banco e o » Read the rest of the entry..

  • Marketing de Experiência da Renault

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    Segundo Bernd Schmitt, Marketing de Experiência é permitir que o cliente viva a sensação que o produto/marca pode provocar. Sentir, ver, tocar, ouvir, são sensações que ficam com muito mais força do que a simples apresentação tradicional dos benefícios e características do produto. O Marketing Experiencial supõe que o cliente não é só racional, mas é emocional também. (fonte: VOCÊ S/A)

    Então chega de teoria e vamos para a prática e que prática, a Renault está com uma ação super-mega-power-excelente. É o tipo de experiência que eu quero para minha vida:

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    Gostou? tem como participar aqui nesse site www.renault.com.br/testdrive.

    Será que esse jabá gratuito vai me dar alguma facilidade nessa promoção?

  • Leo Burnett: Humankind

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    Um VT institucional ou uma aula de comunicação. Você escolhe.

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  • Happy Pills, balinhas com jeito de remédio.

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    Olha que legal essa loja de doces em Barcelona, a Happy Pills vende balas com embalagens de remédio.

    O texto abaixo é do site No Varejo e a dica é da Leitora Francielle.

    Tem pílula contra a “insuportável luz da vida”, “as segundas-feiras” e contra “as tradições ultrapassadas”. Bom, se não cura, pelo menos adoça a boca. A Happy Pills, uma portinha apertada entre dois prédios na rua Avinguda del Portal de l´Angel, poderia ser facilmente ignorada, não fosse o bafafá que turistas e “doces-maníacos” fazem na porta.

    A aposta da loja é no design e no diferente. É mais um caso exemplar de como pegar algo totalmente convencional, dar um tratamento inusitado, e criar algo novo. As balas da Happy Pills são aquelas mesmas que vemos aqui no Brasil naquelas lojas que as vendem por quilo. A diferença está na apresentação, que puxa pelo bom-humor (negro). A começar pelo próprio ponto-de-venda.

    A loja mais parece uma farmácia. Na parede, uma infinidade de balas coloridas podem ser escolhidas pelo doente num exercício açucarado de automedicação: ele mesmo escolhe para qual mazela deseja tratamento, se “males de amor”, contra o “envelhecimento da amizade”, entre muitas outras opções.

    Depois é só embalar as balinhas. Aliás, as embalagens são um capítulo à parte. Iguaizinhas às de remédio, elas são difíceis de serem jogadas fora depois de vazias. Cada uma leva no rótulo a prescrição e acompanha uma bula – nas versões inglês e espanhol.Veja mais fotos: » Read the rest of the entry..

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