Aproveitando o embalo da sexta-feira, aí vai um clipe de um remix bem bacana. É trabalho de Rica Starr e tem um bebê engraçadinho e bigodudo.
Dica do ‘novo-pai’ @gustavo_netto
Aproveitando o embalo da sexta-feira, aí vai um clipe de um remix bem bacana. É trabalho de Rica Starr e tem um bebê engraçadinho e bigodudo.
Dica do ‘novo-pai’ @gustavo_netto
Não sei porque isso acontece, mas bem nos dias em que os meninos abandonam o BDG, eu não consigo achar nada muito legal pra postar.
Mas hoje, o Skank veio em meu socorro. Já tem um tempinho que eu vi este clip na TV e tinha até esquecido dele. Só que, vindo pra agência, ouvi a música no rádio e eu pensei que podia virar um bom post. Olha só que legais as ilustras, a animação e o efeitos.

Antes de começarmos, deixe seu preconceito de lado. Eu sei que muitos vão torcer o nariz para minha defesa parcial da música emo e dizer que eu traí o movimento. Mas já vou adiantar que é algo que vale a pena, não desista da minha dica musical de hoje.
Ok! O cara tem o cabelo lambido tapando o olho esquerdo e se veste estranho as vezes. O jeitão emo não ajuda em nada. Só que ele tem a música mais baixada no iTunes nos últimos tempos, está bombando na Billboard, tem música na trilha sonora de Alice no País das Maravilhas do Tim Burton. O álbum Ocean Eyes que apresento a vocês chegou no top dez das paradas de álbuns nos EUA. E o que valorizo mais: Fez sucesso no cenário independente pelo MySpace muito antes de ter um CD gravado. Não dá para ignorar.
Owl City é uma banda formada por um único artista (isso eu acho muito legal). Adam Young é um americano de Owatonna, Minnesota, e tem 23 anos. O estilo musical é uma fusão da música eletrônica (Disco e européia), rock alternativo e o emo que quase estraga tudo.
A música Fireflies escrita por Young durante uma noite sem sono onde ele viu vários vagalumes é a porta de entrada para o CD Ocean Eyes. Como disse a BDG Gabi, parece música da sala de espera de uma espaçonave.
A outra música que deixo para convencê-los é The Saltwater Room. A participação da backing vocal Breanne Duren é fantástica! Ela que faz parte da formação ao vivo da banda.
Antes de comprar o CD original ou no iTunes, você pode baixar arquivos de demonstração aqui.

Eu tenho um problema sério com novas bandas na minha biblioteca musical. Não consigo parar de ouvir e o pior que ainda fico pentelhando meus amigos para que todos ouçam o som que estou gostando, o que nós chamamos aqui de “aplicar uma música” ou ”aplicar uma banda”.
Conheci a música Kings and Queens por causa de uma vinheta do canal VH1, que de tanto repetir ficou irritante. Procurei o dono da música e encontrei a banda 30 Seconds to Mars. Um nome super estranho retirado de uma tese que defende que estamos literalmente a 30 segundos de Marte. Achei a tese mais estranha que o nome.
A banda começou em 1998, no estado de Louisiana, EUA, quando os irmãos Jared (vocal) e Shannon Leto (bateria) resolvem montar uma banda de rock. Depois de gravarem o primeiro álbum sozinhos, os dois resolveram recrutar o baixista Matt Wachter e o guitarrista croata Tomo Milicevic. A formação atual é composta apenas pelos irmãos Leto e o guitarrista Milicevic.
Talvez você não conheça a banda mas com certeza já viu o vocalista Jared Leto por aí. Ele é figura carimbada em Hollywood, já atuou em filmes como Clube da Luta, Garota Interrompida, Requiem para um Sonho, Alexandre, Senhor das Armas, e a lista continua aqui.


O CD que não paro de ouvir e insisto em aplicar aos meus amigos é o This is War. Esse é o último álbum da banda e é excelente! Comece ouvindo Kings and Queens que não tem erro.
O BDG é contra a pirataria, outros sites já não pensam assim.
A música foda é essa aqui:
Há algum tempo atrás, quem dissesse que rock flertava muito bem com o samba corria o risco de ser motivo de piada, ou de coisas piores. Recebi no twitter pela @__AnaPaula__ esse pessoal aí, que, pelo visto já é um pouco conhecido. Sambô, como são chamados, misturam vários ritmos com o samba. O resultado ficou bem legal:
Sunday Bloody Sunday – U2
Rock And Roll – Led Zeppelin
Como havia muito tempo que não escrevia nada aqui, principalmente sobre música, resolvi gastar um tempinho hoje e fazê-lo. Não tão boa como a música, é a história de como ouvi pela primeira vez. Ontem, estava a beber em uma festa daquelas, de aniversário. Eis que altas da madruga (mas bem altas mesmo), eu conversando com um cachorro que estava dormindo escuto essa bela voz, embalada em um jazz meio descolado. Como sabia que não ia lembrar disso, muito menos gravar alguma parte da letra, saquei o telemóvel e gravei a bendita.
Pois bem, procurei por aqui e achei a artista: Beth Rowley. A dondoca, com belos cabelos desgrenhados e uma linda voz faz parte da nova safra de cantoras britânicas. O som é, como li na internet, uma mistura de jazz, pop, soul, bluegrass, country e música gospel. Pra quem gosta, é um prato cheio. O seu debut, Little Dreamer já foi lançado há um tempinho, em 2008. Mas não acho que tenha sido conhecido por muita gente aqui não. Para o pessoal que viu o filme Educação, Beth atua no filme como uma cantora, interpretando duas faixas de sua autoria.
Sem mais, segue uma amostra do trabalho dela, You Never Called Me Tonight, a melhor faixa do álbum na minha opinião.