Archive for the ‘Entrevista’ Category

  • No Meio da Mídia – Programa 03

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    No Meio da Mídia, programa comandado pelo Daniel Labanca e Célio Cardoso que tem como foco o debate da publicidade regional, segue firme com ótimos temas.

    O programa que está em sua terceira edição pegou fogo essa semana, colocando o dedo na ferida de muita gente. Uso da mídia impressa, capacitação das agências locais e o uso da verba do cliente são alguns dos temas abordados. Confira o programa na íntegra logo abaixo e depois deixe seu comentário.

    CONVIDADOS: Noel Arantes e Carlos Magno. COMENTÁRIOS: Renato Cabral, Kelen Paiva e Vitor Freitas.

    Bloco 1:
    Imagem de Amostra do You Tube

    Bloco 2:
    Imagem de Amostra do You Tube

    Bloco 3:
    Imagem de Amostra do You Tube

    Veja os programas anteriores aqui.

  • No Meio da Mídia

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    Hummmmm! Programa de TV feito por publicitários, para publicitários entrevistando publicitários! Será que isso dá certo?

    No Meio da Mídia é uma iniciativa do mercado publicitário Uberlandense. Uma conversa franca sobre a realidade do profissional de comunicação que está fora do eixo Rio – São Paulo. Assunto não vai faltar nesse novo programa que irá ao ar quinzenalmente pelo Canal 15 (local) e também aqui no BDG.

    Quem atua em mercados parecidos como o nosso, vai gostar de ver situações parecidas: Clientes que não sabem o que querem, publicitários e seus egos, os briefings ou aquilo que chamam de briefings, o calvário da aprovação dos jobs e por aí vai.

    Para quem trabalha nos grandes centros, servirá para um maior entendimento da realidade publicitária fora das grandes contas. A vida não é só Coca-Cola, Nike e Boticário.

    Veja o Piloto abaixo e deixe seu comentário.

    Bloco 1
    Imagem de Amostra do You Tube

    Bloco 2
    Imagem de Amostra do You Tube

    Bloco 3
    Imagem de Amostra do You Tube

  • Chiquita: banana design

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    A marca de bananas Chiquita não é a coisa mais popular no Brasil, mas fora daqui é como a Maizena das bananas. É a marca mais lembrada do segmento e sinônimo de um monte de coisas boas. O selo adesivo que vem colado nas frutas é clássico e faz parte do dia-a-dia de donas de casa gringas desde sempre. Mas como em água parada dá dengue, a marca resolveu dar uma sacudida pra chamar atenção. Foi então que o designer DJ Neff (também achei estranho designer com nome de DJ…) recebeu em suas mãos um briefing beeeeem livre: “temos que deixar as bananas Chiquita mais cool”. Pronto, era tudo o que ele e sua equipe precisavam pra criar uma série de ações simples pra deixar a banana mais divertida (ui maria!).

    Todas essas imagens eu peguei de uma entrevista do designer que vi no Design Related. Pra quem entende inglês, é mega recomendável ler toda entrevista aqui. Se você quer mesmo é  ter uma boa diversão visual, ver todas peças clicando em LER MAIS é uma excelente pedida!

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  • Un Milagro

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    Alvaro Naddeo é meio uruguaio, meio paulistano. Como o coração se define pelo time que torcemos, tenho certeza que em uma final de Libertadores entre São Paulo e Peñarol, Alvaro é tricolor desde criancinha. Considero este seu maior defeito. Assim como considero muito o Alvaro desde o dia que me foi apresentado como estagiário na Leo Burnett, em 1999. Sabia que o cara iria longe. Só não imaginei que o longe também significasse quase 4000 km de distância daqui: Lima, capital do Peru.
    Semana passada o Alvaro ganhou um bronze no El Ojo de Iberoamerica, um dos mais conceituados Festivais Publicitários da América Latina.
    O filme dele, “Milagre”, para a Comissão Especial de Deficientes Físicos, poderia muito bem passar no Brasil porque a malandragem por uma vaga no trânsito corre solta em terras tupiniquins.
    Esse é o link com legendas em português: http://www.youtube.com/watch?v=O4wdO6BpaFs
    Sempre acreditei que o bom criativo fica ainda melhor se cair num ambiente competitivo, com criativos de ponta, e Alvaro teve essa felicidade ao trabalhar na Leo com o Zé Henrique Borghi (dono da Borghier), com o Alexandre Okada (manda chuva criativo da McCann), com diretores de arte como Marcelo Camargo, André Nassar, Bruno Prósperi, Carlos Murad, etc, e não vou me excluir disso, já que sempre dei muito apoio aos estagiários com talento.
    Conversei com o Alvaro e consegui um depoimento muito bacana dele sobre essa vida de publicitário num país com menos tradição publicitária que o Brasil. Para entender melhor o que estou falando, comparar as facilidades e verbas da propaganda brasileira com a peruana é como comparar a de São Paulo com a do Triângulo Mineiro. E como sempre digo, é possível sim fazer coisas geniais sem um tostão furado no bolso.
    Palavras do Alvaro, exclusivas para o Bicho de Goiaba:
    “O Brasil tem muito mais em comum com o Peru do que, por exemplo, com Argentina, Uruguai ou Chile. Aqui o povo compartilha com os brasileiros a vocação para festa, o calor das amizades, o gosto pela música alegre, enfim, a temperatura da sociedade por aqui é muito mais “caliente” do que o resto dos “hermanos” sulamericanos. O outro lado que compartilhamos é o gosto  do povo pela  malandragem, “leis de Gerson” e afins. Policial de Trânsito por aqui também adora dar um “jeitinho” a troco de uma “cervejinha”.
    Como todo publicitário que se preze, além de ter uma curiosidade gigante, ando sempre de antena ligada, atento ao que acontece ao meu redor. Há uns 10 anos estava com meu pai no estacionamento de um supermercado. Quando alguém estacionou malandramente na vaga do deficiente, meu pai comentou que aquela vaga de deficiente era mágica, bastava estacionar ali que o motorista já saia andando. Pronto. Semente registrada.
    Conversando com uma professora da Faculdade onde dou aula, ela me disse que estava ajudando a “Comissão Especial da Discapacidade”, e que um filme com objetivo de conscientizar seria muito bem vindo. Foi o suficiente para eu desenterrar a idéia da vaga milagrosa e colocar a coisa em movimento.
    O primeiro passo foi escrever o roteiro e de cara já defini que o comercial seria real, documental, tipo pegadinha, o que favorecia muito no aspecto produção e custos. A gente podia gravar em vídeo em vez de filmar, o que já é um belo corte em custo. O fato de o comercial se passar na rua também ajudava a economizar em produção e locação.
    Ai comecei a pedir ajuda geral, opinião do meu dupla, sinal verde do chefe, pedi para colocar a RTV da agência na parada também, com o RTV mandamos o roteiro para um diretor amigo nosso, que é dono da sua produtora, ele viu o potencial da idéia e topou ajudar “na faixa”. Mas aproveitou o fato de ser um filme “de favor” e colocou um diretor novo, moleque, para dirigir, fazer “portfolio” e pegar experiência.
    Ía ser muito difícil fazer a pegadinha de verdade, então optamos por usar atores. O grande problema é que não tínhamos dinheiro para atores também. Decidimos então recrutar atores amadores numa escolinha de improvisação. Todos são desconhecidos e inexperientes, no máximo fizeram uma pontinha em alguma peça de teatro de faculdade ou tiveram seu ápice no papel de “extra” em algum comercial. Nesse caso até acho que a limitação ajudou, acho que a inexperiência deles deu o realismo necessário pro comercial.
    Um fato engraçado é que a locação era o estacionamento de uma loja que tinha falido e fechado (dá para ver através do vidro as caixas da mudança empilhadas). Todos os carros da fila ao lado da vaga são os nossos carros. Do outro lado do estacionamento existe um supermercado funcionando, com vaga de deficientes. Enquanto gravamos o nosso filme, vimos vários malandrinhos parando ilegalmente na vaga de lá. Quando já tínhamos as nossa cenas gravadas, fomos na vaga da frente e tentamos fazer uma pegadinha de verdade para ver no que dava, e quando nossos atores chegaram no “Folgado!” o cara levou uma puta susto, comecou a gritar “Policia! Estao querendo me sequestrar!”, deu um puta confusão…
    Confirmamos que fazer de verdade seria mesmo impossível, mas ao menos demos um susto no folgado que vai pensar duas vezes antes de estacionar errado de novo.
    O custo total do comercial foi de 200 dólares para pagar os táxis dos atores e o rango servido no dia da filmagem. Até agora o filme só foi inscrito no “El Ojo de Iberoamérica”, vamos ver se tem mais alcance no Clio ou Cannes de 2010.”
    Esse foi o texto do Álvaro, diretor de criação da PragmaDDB, de Lima, quando esse comercial foi realizado. Um filme desses ao custo de 200 dólares comprova uma das verdades que eu disse nas minha palestras em Uberlândia e Uberaba em outubro: que nada baixa mais o custo de uma produção do que um excelente roteiro na mão.
    Parabéns ao meu grande amigo Alvaro Naddeo e a todos que participaram. Convido vocês a fazer a pegadinha nos shoppings do Brasil. E estou desde já torcendo para esse filme arranhar um Leão.

    Fosse uma pizza, Alvaro Naddeo seria mezzo uruguaia, mezzo paulistana. Como o coração se define pelo time que torcemos, tenho certeza que em uma final de Libertadores entre São Paulo e Peñarol, Alvaro é tricolor desde criancinha. Considero este seu maior defeito. Assim como considero muito o Alvaro desde o dia que me foi apresentado como estagiário na Leo Burnett, em 1999. Sabia que o cara iria longe. Só não imaginei que o longe também significasse quase 4000 km de distância daqui: Lima, capital do Peru.

    Semana passada o Alvaro ganhou um bronze no El Ojo de Iberoamerica, um dos mais conceituados Festivais Publicitários da América Latina.

    O filme dele, “Milagre”, para a Comissão Especial de Deficientes Físicos, poderia muito bem passar no Brasil porque a malandragem por uma vaga no trânsito corre solta em terras tupiniquins.

    Esse é o link com legendas em português:

    Imagem de Amostra do You Tube

    Sempre acreditei que o bom criativo fica ainda melhor se cair num ambiente competitivo, com criativos de ponta, e Alvaro teve essa felicidade ao trabalhar na Leo com o Zé Henrique Borghi (dono da Borghierh), com o Alexandre Okada (manda chuva criativo da McCann), com diretores de arte como Marcelo Camargo, André Nassar, Bruno Prósperi, Carlos Murad, etc, e não vou me excluir disso, já que sempre dei muito apoio aos estagiários com talento.

    Conversei com o Alvaro e consegui um depoimento muito bacana dele sobre essa vida de publicitário num país com menos tradição publicitária que o Brasil. Para entender melhor o que estou falando, comparar as facilidades e verbas da propaganda brasileira com a peruana é como comparar a de São Paulo com a do Triângulo Mineiro. E como sempre digo, é possível sim fazer coisas geniais sem um tostão furado no bolso.

    Palavras do Alvaro, exclusivas para o Bicho de Goiaba:

    O Brasil tem muito mais em comum com o Peru do que, por exemplo, com Argentina, Uruguai ou Chile. Aqui o povo compartilha com os brasileiros a vocação para festa, o calor das amizades, o gosto pela música alegre, enfim, a temperatura da sociedade por aqui é muito mais “caliente” do que o resto dos “hermanos” sulamericanos. O outro lado que compartilhamos é o gosto  do povo pela  malandragem, “leis de Gerson” e afins. Policial de Trânsito por aqui também adora dar um “jeitinho” a troco de uma “cervejinha”.

    Como todo publicitário que se preze, além de ter uma curiosidade gigante, ando sempre de antena ligada, atento ao que acontece ao meu redor. Há uns 10 anos estava com meu pai no estacionamento de um supermercado. Quando alguém estacionou malandramente na vaga do deficiente, meu pai comentou que aquela vaga de deficiente era mágica, bastava estacionar ali que o motorista já saia andando. Pronto. Semente registrada.

    Conversando com uma professora da Faculdade onde dou aula, ela me disse que estava ajudando a “Comissão Especial da Discapacidade”, e que um filme com objetivo de conscientizar seria muito bem vindo. Foi o suficiente para eu desenterrar a idéia da vaga milagrosa e colocar a coisa em movimento.

    O primeiro passo foi escrever o roteiro e de cara já defini que o comercial seria real, documental, tipo pegadinha, o que favorecia muito no aspecto produção e custos. A gente podia gravar em vídeo em vez de filmar, o que já é um belo corte em custo. O fato de o comercial se passar na rua também ajudava a economizar em produção e locação.

    Ai comecei a pedir ajuda geral, opinião do meu dupla, sinal verde do chefe, pedi para colocar a RTV da agência na parada também, com o RTV mandamos o roteiro para um diretor amigo nosso, que é dono da sua produtora, ele viu o potencial da idéia e topou ajudar “na faixa”. Mas aproveitou o fato de ser um filme “de favor” e colocou um diretor novo, moleque, para dirigir, fazer “portfolio” e pegar experiência.

    Ía ser muito difícil fazer a pegadinha de verdade, então optamos por usar atores. O grande problema é que não tínhamos dinheiro para atores também. Decidimos então recrutar atores amadores numa escolinha de improvisação. Todos são desconhecidos e inexperientes, no máximo fizeram uma pontinha em alguma peça de teatro de faculdade ou tiveram seu ápice no papel de “extra” em algum comercial. Nesse caso até acho que a limitação ajudou, acho que a inexperiência deles deu o realismo necessário pro comercial.

    Um fato engraçado é que a locação era o estacionamento de uma loja que tinha falido e fechado (dá para ver através do vidro as caixas da mudança empilhadas). Todos os carros da fila ao lado da vaga são os nossos carros. Do outro lado do estacionamento existe um supermercado funcionando, com vaga de deficientes. Enquanto gravamos o nosso filme, vimos vários malandrinhos parando ilegalmente na vaga de lá. Quando já tínhamos as nossa cenas gravadas, fomos na vaga da frente e tentamos fazer uma pegadinha de verdade para ver no que dava, e quando nossos atores chegaram no “Folgado!” o cara levou uma puta susto, comecou a gritar “Policia! Estao querendo me sequestrar!”, deu um puta confusão…

    Confirmamos que fazer de verdade seria mesmo impossível, mas ao menos demos um susto no folgado que vai pensar duas vezes antes de estacionar errado de novo.

    O custo total do comercial foi de 200 dólares para pagar os táxis dos atores e o rango servido no dia da filmagem. Até agora o filme só foi inscrito no “El Ojo de Iberoamérica”, vamos ver se tem mais alcance no Clio ou Cannes de 2010.

    Esse foi o texto do Álvaro, diretor de criação da PragmaDDB, de Lima, quando esse comercial foi realizado. Um filme desses ao custo de 200 dólares comprova uma das verdades que eu disse nas minha palestras em Uberlândia e Uberaba em outubro: que nada baixa mais o custo de uma produção do que um excelente roteiro na mão.

    Parabéns ao meu grande amigo Alvaro Naddeo e a todos que participaram. Convido vocês a fazer a pegadinha nos shoppings do Brasil. E estou desde já torcendo para esse filme arranhar um Leão.

    Post com colaboração de Henrique Jábali.

  • TV Integração | nova marca

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    Nós do BDG evitamos ao máximo postar nossos próprios trabalhos ou das empresas que trabalhamos, para evitar o jabá. Evitar não quer dizer que não postamos, as vezes fica difícil segurar, o que é o caso desse trabalho elaborado sob o olhar cuidadoso de dois bichos de Goiaba: Alfredo Valtier, gerente de criação responsável pelo Núcleo de Criação e Arte da TV Integração e Henrique Damião, sócio e diretor de criação da Agência Sic.

    O Job não poderia ser mais desafiador e empolgante: Mudar a identidade visual da TV Integração, primeira afiliada da Rede Globo no Brasil, empresa que faz parte do maior grupo de comunicação do interior de Minas Gerais.

    A nova marca que será vista diariamente por quase 4 milhões de mineiros foi construída dentro do contexto de um grande projeto que envolveu, além da Sic, a Seragini Farné Guardado ( Seragini é o cara que criou  marcas como Bom Bril, perdigão, Coral, Pão de Açúcar, Arno etc. Fraco ein! ) e as áreas de Marketing e Programação da TV, além do seu Núcleo de Criação e Arte.

    A agência Sic, criou o conceito e o desenho da marca. e o Núcleo de Criação e Arte da TV ficou responsável pela produção de todos os vídeos dessa grande campanha que envolveu ações específicas para colaboradores, mercado publicitário e para os telespectadores.

    Toda a sonorização dos vídeos e a criação da assinatura sonora ficou a cargo da Batuki, produtora de áudio de Uberlândia.

    Abaixo você vê o vídeo que mostra a evolução da marca com direito a entrevista com os Bichos de Goiaba envolvidos no Processo.

    Imagem de Amostra do You Tube

    Documentário para o publico interno TV Integração

    Imagem de Amostra do You Tube

    VT de lançamento

    Imagem de Amostra do You Tube

    TV Integração Conceitual

    Imagem de Amostra do You Tube

    Parabéns a todos os envolidos nesse projeto. Esse é o tipo de resultado que dá orgulho de fazer parte do mercado publicitário do interior.

  • Bicho de Goiaba no Scriptease.tv PARTE 2

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    A segunda parte do programa Mesa Quadrada está demais, os assuntos são post pago e a relação dinheiro Vs. Blogar.

    Espero que minha posição tenha ficado clara: Anunciantes! Procurem o Bicho de Goiaba, temos uma proposta do tamanho da sua verba. Assim como o CCSP do post anterior, nosso público são os criativos e o investimento é uma merreca, apenas os views que são mais humildes: Temos 1000 visitas únicas diárias.

    Antes de ver esse vídeo leia o post da primeira parte. Agora Play.

    http://www.vimeo.com/6621824

    Tem fotos dos bastidores aqui.

    Não deixe de visitar os blogs da turma de Uberlândia que participou do Mesa Quadrada:
    Dani Oliveira – Cozinha Travessa
    Fabiano Nardini – Scriptease.tv
    Fernanda Nogueira – Prosa Interativa
    Gustavo Patrício – Barril de Ideias
    Henrique Costa – Revolução Etc
    Karolina Ribeiro – Re-comendo
    Marcel Gussoni – Sabor Sonoro
    Maurício Ricardo – Charges.com.br
    Thássia Naves – By Thássia Naves
    Vitor Freitas – Scriptease.tv

  • Bicho de Goiaba no Scriptease.tv

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    Gostaria de apresentar aos leitores do BDG o www.scriptease.tv que é um canal de TV, fora da TV,  criado por publicitários inventivos aqui de Uberlândia. O Scriptease aborda com muito bom humor, assuntos ligados a publicidade local. Eu já falei em um post antigo sobre o cenário da publicidade de Uberlândia, no coração de MG (clichê!). Não estamos inseridos no mundo fashion da publicidade das grandes capitais, mas temos aqui comunicação criativa de resultado, agências sérias, profissionais competentes e premiados. Então convido você a conhecer os profissionais que fazem a propaganda marota, sem verbas milionárias, no interior. Coloque no seu favoritos o www.scriptease.tv .

    Semana passada fui convidado para representar a turma do BDG em um bate papo nesse tal de Scriptease. Foi reunido um time do primeiro escalão de publicitários-blogueiros de Uberlândia para falar sobre blogosfera, cerveja, publicidade do interior, cerveja, twitter Vs. Blog, cerveja e assuntos relacionados a cerveja, digo, comunicação. O Programa se chama Mesa Quadrada e você confere logo abaixo. Obrigado a turma do Scriptease pelo convite e a todos os amigos do Núcleo Blogueiro Uberlandense (inventei esse nome agora) a conversa foi muito animada, acho que foi a cerveja.

    Esse é o primeiro bloco do programa, aguarde os próximos. Veja se eu fiz bonito e deixe seu recado.

    http://www.vimeo.com/6516682

    Tem fotos dos bastidores aqui.

    Não deixe de visitar os blogs da turma de Uberlândia que participou do Mesa Quadrada:
    Dani Oliveira – Cozinha Travessa
    Fabiano Nardini – Scriptease.tv
    Fernanda Nogueira – Prosa Interativa
    Gustavo Patrício – Barril de Ideias
    Henrique Costa – Revolução Etc
    Karolina Ribeiro – Re-comendo
    Marcel Gussoni – Sabor Sonoro
    Maurício Ricardo – Charges.com.br
    Thássia Naves – By Thássia Naves
    Vitor Freitas – Scriptease.tv

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