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  • Losers (Glee)

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    Post especial por @cy_carvalho

    Quando o Bontempo me deu a linda tarefa de escrever um post para Glee (porque faz muito tempo que eu falo na cabeça dele sobre isso), confesso que fiquei até nervosa.

    Essa série me conquistou e muito e, acreditem, não só a mim, mas ao mundo inteiro.

    A série teve início em 2009 e para muitos ia “não passar da primeira temporada”. Com a primeira temporada dividida em duas etapas, a série apresentou 22 episódios. Para tristeza dos que a odiaram e minha total alegria, a série já tem estréia do seu segundo ano, prevista para o dia 21 de setembro de 2010, nos Estados Unidos.

    Para entender melhor, Glee, – criado por Ryan Murphy – é uma comédia musical, um seriado que conta a história de um professor que quer recuperar o Glee Club (Clube do Coral), provavelmente o pior coral de colegial dos Estados Unidos, formado pelos alunos “excluídos” como um homossexual, um cadeirante, um nerd, uma negra e gordinha, uma mãe solteira e outros. Will, o professor, é o único a acreditar nesses jovens e quer fazer do grupo o maior competidor do concurso ‘Nationals’.

    O que mais me conquista é » Read the rest of the entry..

  • Superinformação versus subconquista

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    Post especial por Pedro Drable.

    Eu me sinto frustrado comigo mesmo. Não com as escolhas que eu fiz, ou com a faculdade que cursei, mas com o quanto eu sou bom de verdade nas coisas que faço ou sonho em fazer, como criação publicitária, música, literatura, game design, programação e outros. Sim, eu quero ser muitas coisas. E acabo não sendo quase nenhuma.

    Mas a verdade é que, se você tem mais ou menos a minha idade (vinte e poucos anos), é bem provável que também se sinta assim. Por quê?

    Bom, parte disso é culpa dos seus pais. Somos a conhecida Geração Y (já citada no meu post anterior), que cresceu em um ambiente de superproteção, onde as necessidades e desejos das crianças eram priorizados em detrimento de uma hierarquia familiar rígida, que criou nossos pais e avós. Esse ambiente nos ensinou desde cedo que nossas vontades são soberanas e nossas capacidades são infinitas. Além disso, somos a primeira geração a nascer quase que automaticamente integrada às “novas” formas de comunicação, como televisão, celulares e nossa querida internet. Resultado: temos muita auto-estima e uma capacidade absurda para executar múltiplas funções. Pra virar o caos, é só somar a parte que seus pais não têm (quase) nenhuma influência: excesso de informação.


    Não sei a fonte da expressão, mas o fato é que vivemos na Era da Superinformação. Isso quer dizer que temos uma infinidade de conteúdo informacional disponível. Um volume de tamanho tão grande e avassalador que finalmente nos deixa sem saber nada. No entanto, fomos programados para mergulhar nessa massa de informação e agarrar aquilo que queremos, o que acaba não saindo como planejado. Para dar um exemplo, no meu caso isso se traduz em tocar bateria, guitarra e ukulele (terrivelmente mal) e fazer cursos de italiano, francês e japones (seis meses cada, todos devidamente esquecidos). Isso sem contar a centena de blogs e sites que acompanho diariamente. Apesar da nossa suposta “vontade de aprender e crescer” ser infinita, nossa capacidade de absorver multiplos conteúdos não é. E hoje, o que mais existe no mundo é informação brigando pela sua atenção.

    Informação demais. Aí está a origem daquele sentimento que tira o seu (ou o meu) sono de noite, fazendo você se perguntar por que ainda não faz as coisas que sabe que poderia fazer. Quando vai começar a ler aquele livro. Por que ainda não baixou aquele filme. Como vai terminar aquele texto.

    A grande verdade é que eu não sei como vou terminar esse texto. Que dirá como vou dar conta de fazer tudo que eu quero fazer. Mas o melhor a fazer agora é (tentar) dormir. Afinal, eu não sou um robô. Ainda.

    Imagem de Amostra do You Tube

    Pra ver mais textos do Pedro é só clicar aqui.

    (Pronto, Pedrable. Agora não falta mais pedaço no post.)

  • Publicitários desempregados. Uma saída.

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    Sim, eu sei. Se não bastasse ser publicitário, você  está desempregado. Algumas coisas podem sempre ser piores. Se você é estagiário, não conta, porque você não é nada. É nessas horas que você gostaria de ter nascido mulher e liberal, não é? Porque há sempre trabalho para meninas assim quando a coisa não vai bem.

    Daí você ainda precisa acordar cedo para não ficar com aquela sensação de culpa, estar atento aos anúncios de vagas nos blogs de gente mais ferrada que você, atualizar seu portfólio em uma lan house tomada por viciados em Counter Strike e… calma, não pule. Há uma esperança.

    Mas que fique claro: tudo isso é um problema seu. Alguém que escolheu publicidade não merece um destino digno. Mesmo diante desse pesadelo, ainda é possível aprender um método novo para aplacar o estresse que a situação causa. A Yoga para Publicitários Desempregados não oferece milagres, mas com um pouco de disciplina, criatividade e sorte (tudo que a publicidade nunca lhe dará), talvez você até se esqueça do carnê atrasado da sua Titan.

    Mudrá ou gestos reflexológicos

    Coloque as mãos bem relaxadas sobre o mouse. Tente alcançar o » Read the rest of the entry..

  • Criativos e Clientes. Um texto quente

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    A Turma do BDG acredita que todo publicitário tem uma vida sexual ativa e cheia de aventuras. Isso é inerente do profissional de comunicação.
    Mentira! Não acreditamos…
    Caramba! Será que o Cabral está certo?

    Enfim, um texto otimista (olhando pra sua cara). Tudo bem, não é não. Mas pelo menos falo de sexo; me dê uma chance aí, vai.

    Nunca venceremos a dicotomia criação/cliente simplesmente porque criativos não são bons de cama. É isso mesmo. Publicitários, por essência e falta de excelência, são ansiosos (talvez culpa da cafeína) e todo mundo sabe que gente ansiosa na hora do “que boca grande você tem” faz bobagem, ou nem isso, se é que fui claro.

    A criação deveria ler mais a Nova. Ali tem tudo o que um bom criativo precisa para conquistar seu cliente: preliminares. Sim, o cliente é essa mulher insegura a olhar para nosso magic mouse na cama e » Read the rest of the entry..

  • Um dia na fantástica fábrica de Yogoothies

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    Promoção bacana pra quem está em Uberlândia (MG):

    É só seguir e dar RT no @YogoothiesUdi.

  • A propaganda e a alma do negócio

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    Post especial por Vic Lutterbach.

    Não, eu não esqueci o acento no “e” do título. Vou explicar por quê.

    Antigamente não tinha Internet. Não tinha tanta informação à disposição da massa. Não existia globalização, não existiam tantas redes de lojas, não existiam muitas marcas internacionalmente conhecidas. A única informação que se tinha vinha de jornais, revistas, rádio e, mais tarde, TV. Se você oferecia um produto ou serviço e precisava de consumidores (ou clientes), era através de um desses meios que você tinha que aparecer, porque só o boca-a-boca não era suficiente. Então você divulgava sua marca nas mídias de massa. E sua loja (e seu bolso) enchia.

    Conforme o mundo foi se desenvolvendo, a população aumentou. Consequentemente (agora sem trema), o número de lojas/produtos/serviços também. Surgia a temida concorrência. E como se sobressair? Apelando para a propaganda. Esta precisou se desdobrar em criatividade pra chamar a atenção dos consumidores. Eis que surgiu o lema “a propaganda é a alma do negócio” – criado, obviamente, por um publicitário.

    Mas isso tudo eu falei pra chegar aos dias de hoje. Muito se comenta sobre o ego dos publicitários. E, na maior parte das vezes, as críticas procedem. A propaganda esqueceu o porquê de ter nascido e está mais preocupada com prêmios do que com o resultado no balanço anual do cliente.

    Já vimos grandes marcas, com seus comerciais memoráveis, irem para o limbo. Já vimos grandes agências, criativas ao extremo, fecharem as portas. Inclusive trabalhei em uma delas.

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  • O Guia Final do Publicitário Empreendedor

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    Aviso: Este é um post independente. As opiniões nele expressas não traduzem, necessariamente, as opiniões de todos os BDGs sobre diretores de arte de varejo, uso do transporte público em favor da compra de aparelhos celulares de última geração, bem como empreendedores e suas respectivas companheiras com próteses mamárias.

    Boa leitura.

    Amigo publicitário, você tem em mãos um tesouro. Esta é a cartilha definitiva para você nunca mais dar uma de metido a besta no já saturado mercado da publicidade. Você quer mesmo abrir sua própria agência? Não seja tolo. Uma porque empreendedores são apenas personagens criados por gurus da administração para que pudessem fazer mais palestras para publicitários desenganados como você; ou frutos desses acasos que ninguém explica, nem eu. E, outra coisa, não é porque você sabe usar o Corel Draw que isso lhe dá colhão para ter um departamento de RH.

    Lição 1 – Aceite os fatos
    Mentir é gostoso, mas não faça isso pra si mesmo. Por que dizer que você ainda reinventará a forma de comissão, se não sabe nem mexer no Excel? Você se empolga com as teclas de atalho do Photoshop? Você é um erro. Você acredita em briefing criativo? Erro. Você acha que publicidade é arte? Você é um erro em caixas altas. Assuma seu lado pequeno e passe a ter menos pressão para a vida. A cobrança interna do “eu tenho que fazer, eu tenho que ganhar um prêmio, eu tenho que usar esse maldito All Star” é que deixa os publicitários impotentes e usando óculos com armação colorida.

    Lição 2 – Empreendedores nascem feitos
    Não adianta pôr a mão na cintura e fazer essa cara. Deixe esse papel pro pessoal do atendimento. O mundo é feito de castas e lá no topo estão os filhos dos donos das agências, que se dão ao luxo de comprar um iPad, mesmo sem saber por quê.  Esse não é » Read the rest of the entry..

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