Já discutimos esse tema várias vezes, mas o Brainstorm9 anda aquecendo de novo o assunto apresentando uma sequência de comerciais que chupam as idéias não só de consagrados diretores de filmes e videoclipes, como também de “anônimos” autores de virais de sucesso na internet. Até onde a referência passa a se chamar plágio? Quando vi o comercial do Banco Ibi essa semana, com o Narigano Huck, lembrei na hora do clipe de Everything is Everything, da Lauryn Hill. E é uma cópia descarada mesmo.
Mas também me veio à memória um comercial que considero dentro do meu Top 5 (que já inclui cerca de 39 comerciais). É uma paródia de Singing in the rain, com um Gene Kelly computadorizado dançando brake na chuva, numa performance de dar inveja até no Michael Jackson, e fechando com o slogan “Novo Golf GTI. O original, atualizado.” Mais conceitual impossível. Outro exemplo do bom uso da referência é, coincidentemente, a campanha do Novo Golf no Brasil, já citado aqui pelo Damião.
Parece a coisa que funciona bem melhor quando os criativos assumem a influência que os levaram àquele produto final, ao invés de darem uma de “Joãozinho-sem-braço” soltando um comercial na rua com idéia dos outros, dando a entender que inventaram aquilo tudo.










nohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…na hora da mão gigante eu desanimei. o mais puro plágio descarado e sem vergonha.
Não sei se vocês repararam, mas a propaganda do tim festival é feita em cima da idéia do clipe do justice com a musica D.A.N.C.E., a idéia das animações em cima das camisas.